super glamorosas

Isto é uma espécie de bar de NY, ultra sofisticado, nós todas a cair de lindas e elegantes! Só para quem gosta muito da Cláudia e, ao mesmo tempo, tem capacidade para brincar com as coisas sérias que estão a acontecer. Para ver quem tem os Manolos + giros, para debater quem usa a cor de verniz mais estonteante, e até, quem sabe, para podermos dizer umas coisas + a sério!

Wednesday, November 18, 2009

Alerta importante


"No seguimento de algumas notícias que têm vindo a ser publicadas, o IPO-Porto faz saber que não está a ser levada a cabo nenhuma das duas iniciativas recentemente divulgadas – recolha de pijamas para os seus doentes da Pediatria (no que se apelida de “Movimento Pijaminha”) e recolha de VHS ou DVD para os doentes da unidade de transplante que estão em isolamento.

Perante este facto, esclarece-se que este pedido não foi feito pelo Instituto Português de Oncologia do Porto e que o mesmo representa um uso abusivo do seu nome. Com o objectivo de prevenir o eventual aproveitamento da situação por entidades que pretendam obter proveitos ilegítimos, solicita-se que se tenha em conta o presente esclarecimento.

Para mais informações contacte:
Gabinete de Relações Públicas
225084106
bguimaraes@ipoporto.min-saude.pt "

É sempre bom alertar porque pela internet recebemos sempre muitos pedidos e, infelizmente, há muitas pessoas sem escrúpulos que gostam de se aproveitar dos mais distraídos.

6 Comments:

At 18/11/09 10:59 AM, Blogger Isa said...

olá isalenca, obrigada. sim, estao sempre a cair mails, com campanhas e essa dos pijaminhas é uma delas.
obrigada

 
At 18/11/09 12:22 PM, Blogger Natália said...

Eu já tinha lido sobre isso,mas já o ano passado aconteceu o mesmo em Lisboa e o I.P.O. também alertou,não sei como gente desta continua com isto.
beijinhos e um bom dia.

 
At 18/11/09 1:40 PM, Blogger IsaLenca said...

Desvendados mitos sobre cancro da mama e fertilidade in Portal Oncologia
“Não tem existido um aumento significativo do cancro da mama em mulheres até aos 35 anos”. Esta é a conclusão de Carlos Oliveira, presidente de honra do VII Congresso Nacional de Senologia, que termina esta terça-feira, no Algarve, noticia o site Ciência Hoje.

Segundo Carlos Oliveira, “o cancro da mama não está a aparecer em maior número em mulheres mais jovens. Existe, sim, um aumento global do número de casos.” A conferência “Cancro da mama e fertilidade”, no âmbito deste encontro, analisa em diversos ângulos estas questões e esclarece alguns mitos. É abordada a relação entre a idade da primeira gravidez e o risco de desenvolvimento da doença (e desvendado que engravidar até aos 20 anos reduz em 50% este risco de desenvolver cancro da mama).

No que respeita à lactação, o presidente do congresso afirma que amamentar reduz o risco de cancro da mama “independentemente da duração da amamentação e especialmente nas mulheres que têm antecedentes familiares”.

Quanto à contracepção oral, estudos efectuados concluem que a toma da pílula não aumenta a possibilidade de se contrair a doença, independentemente da idade. A relação entre a interrupção voluntária da gravidez (IVG) e o cancro da mama também foi abordada.

Apesar de, em 1996, uma meta-análise (uma observação de estudos efectuados entre 1957 e 1996) ter referido que haveria aparentemente uma relação entre o aborto provocado e o aumento do risco de cancro da mama, hoje estudos prospectivos demonstram que este risco é inexistente.

Esterilidade e toxicidade

A problemática da esterilidade também foi tratada por Carlos Oliveira através da apresentação de vários estudos feitos entre 1987 e 2004. Destes, realça que a maior parte (16) não revela a existência de um aumento do risco e que apenas em quatro é feito o alerta para os casos de mulheres que efectuaram estimulação dos ovários. Contudo, diz serem necessários mais estudos para chegar a conclusões concretas.

Estudos recentes demonstram que o tratamento contra o cancro pode afectar a fertilidade em 40 a 80% das mulheres que efectuam radioterapia, quimioterapia ou mesmo cirurgia, dado que podem ser a causa de falência ovárica ou de conduzirem a alterações no útero. E se nalguns casos a influência do tratamento na reprodução pode ser transitório, noutros é permanente.

Carlos Oliveira falou sobre a questão da toxicidade dos medicamentos e das estratégias para preservação da fertilidade (congelação de embriões, de folículos, na transposição de ovários, na protecção dos ovários com medicamentos). Neste âmbito, defende a criopreservação do tecido ovárico, prática já efectuada em Portugal e que já foi responsável pela geração de seis crianças em todo o mundo.

“Considera-se a relação [cancro da mama e fertilidade] quando existe doença instalada e a mulher está grávida ou até 12 meses após o parto”, refere Carlos Oliveira. Apesar de serem, regra geral, “tumores mais agressivos”, afirma, a maior parte dos estudos conclui que não interfere na sobrevivência das mulheres nem aumenta o risco.

 
At 18/11/09 3:12 PM, Blogger Lina Querubim said...

Olá boa tarde!
Eu já sabia disto á uns tempos atrás soube por alguém que se informou e era mentira.
É como o caso dos cães Golden Retrivier para dar tb é mentira :( uma Amiga ligou e ninguém atendeu...mas é muito triste brincarem com estas coisas!
Beijinhos

 
At 19/11/09 10:22 AM, Blogger IsaLenca said...

Hoje vale a pena ler um artigo da Visão em que a jornalista do programa Vencer o Cancro, desvenda as emoções por detrás do programa.

Aqui ficam duas frases que ela disse, e que querem dizer muito:

"A ignorância serve-se do medo" e "A informação pode não salvar mas ajuda".

 
At 19/11/09 12:45 PM, Anonymous Anonymous said...

Márcia diz:
...passei,meio sem jeito aqui prá te desejar um bom dia tá,Isalenca!!
beijinho

 

Post a Comment

<< Home