super glamorosas

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Thursday, February 11, 2010

Clínica da Mama do Porto na linha da frente contra o cancro

O Porto tem uma Clínica da Mama, no IPO, que recebe centenas de pessoas por dia à procura da cura para uma doença que mata 1500 mulheres por ano em Portugal. Fonte: JPN

O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto trata cerca de 4500 doentes oncológicos por ano, 1500 dos quais são mulheres com cancro da mama. Estes números tornam esta unidade de tratamento numa das instituições que mais doentes com cancro trata no país.
O cancro da mama é uma das doenças mais mortíferas em Portugal, contabilizando doze novos casos por dia e 1500 mortes por ano. Uma das instituições que combate uma das tipologias do cancro, o cancro da mama, é a Clínica da Mama, no IPO do Porto.

O serviçoserviço abriu portas a 23 de Outubro de 2007. Novas tecnologias, optimização do espaço, revolução na estética hospitalar e elevados padrões de diagnóstico e tratamento da doença são as bandeiras desta clínica, que não cruza braços no diagnóstico e cura desta patologia.

Acompanhamento personalizado

Um testemunho desta realidade é o de Marina Pires, uma jovem de 27 anos que tem cancro da mama desde o início de 2009. Marina atesta a importância desta clínica e salienta a forma como luta e lida com o cancro. A vida desta jovem mudou, os tratamentos forçaram a uma mudança radical na sua vida, mas em declarações ao JPN, atesta a importante interacção com o seu médico e a ajuda crucial que a clínica da mama teve no seu processo.
Marina terminou o tratamento de radioterapia, e aguarda os resultados da progressão da sua doença. Mostra-se confiante e ressalva os planos que quer ver cumpridos no seu futuro. Sobre a clínica da mama, Marina diz que nunca sentiu desânimo, porque quem a acompanha incute-lhe força e determinação, como se fosse a sua própria família.

Mas importa referir que sendo o cancro detectado a tempo, há 90% de possibilidades de haver sucesso na cura da mulher. Como tal, o rastreio continua a ser a arma mais eficaz na luta contra um dos cancros com mais mortalidade no nosso país.

Odemira continua com campanha de rastreio do cancro da mama Rádio Pax
O rastreio é promovido pelo Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro que engloba os concelhos dos distritos de Beja, Évora, Portalegre e Santarém, Leiria e Setúbal.
O rastreio está a ser efectuado a partir de hoje até ao dia 8 de Março, em Vila Nova de Milfontes, junto à extensão de saúde.

5 Comments:

At 11/2/10 11:43 AM, Anonymous Anonymous said...

Já tinha conhecimento desta clinica, segundo relatos de amigas que foram lá tratdas, funciona muito bem em todos os sentidos. Ainda bem que assim é
beijinhos amigas
Is@

 
At 11/2/10 1:28 PM, Blogger IsaLenca said...

Para assinalar o dia europeu do 112, em 11 de Fevereiro, a Comissária europeia responsável pela Agenda Digital, Neelie Kroes, escreveu aos Estados-Membros pedindo-lhes que intensifiquem os seus esforços para divulgar o número de emergência europeu. Embora o conhecimento deste número tenha aumentado ligeiramente, três em quatro cidadãos da União Europeia ainda não sabem que podem telefonar para o 112 em caso de emergência para contactar a polícia, os bombeiros ou os serviços de assistência médica, quer no próprio país, quer noutros países da UE. O reflexo de ligar para este número de emergência, que funciona agora em todos os países da UE, pode salvar vidas e limitar o agravamento dos ferimentos. Portugal decidiu fazer do 112 o seu principal número nacional de emergência.

 
At 11/2/10 4:04 PM, Blogger Isa said...

Obrigada, ISa, pelas tuas informações.
um beijinho

 
At 11/2/10 4:52 PM, Blogger IsaLenca said...

E uma boa notícia:

Cancro do colo do útero: Mulher engravida depois de ter sido operada in Lusa
Uma cirurgia inovadora permite às mulheres engravidarem após o cancro do colo do útero.
A realização, no Instituto Português de Oncologia de Coimbra, de uma cirurgia inovadora que permite às mulheres serem mães após o cancro do colo do útero já resultou na gravidez de uma das pacientes operadas.
O diretor do Serviço de Ginecologia do IPO de Coimbra, Daniel Pereira da Silva, disse hoje à agência Lusa que a jovem, submetida àquela cirurgia que permite conservar o corpo do útero e os ovários, mantendo a fertilidade, se encontra grávida, prevendo-se o nascimento do bebé em agosto.
Segundo o médico, o Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil (IPOCFG) foi pioneiro, em Portugal, na realização desta intervenção cirúrgica, a traquelectomia, uma abordagem conservadora ao cancro do colo do útero, que mantém a capacidade reprodutiva e constitui uma alternativa à histerectomia radical (remoção do útero).
O choque da impossibilidade de ser mãe
"Já basta ser afetada por uma doença desta natureza. A impossibilidade de engravidar é mais um choque, é muito importante ponderar essa possibilidade", afirmou o médico.
A traquelectomia, cada vez mais usada, "tem resultados idênticos aos da histerectomia radical, com uma taxa de cura de 95 por cento aos cinco anos".
De acordo com Daniel Pereira da Silva, há um conjunto de parâmetros rigorosos para que a mulher tenha indicação para fazer a cirurgia, nomeadamente a idade e as dimensões do tumor, que deve ter menos de dois centímetros na sua máxima extensão e não apresentar metástases ganglionares.
Durante a intervenção, o colo do útero é retirado na totalidade, avaliando-se se tem uma margem de segurança de pelo menos oito milímetros de tecido saudável, sendo feita uma limpeza dos gânglios da parte pélvica.
Extração via laparoscópica
O ginecologista revelou hoje à Lusa que a extração destes gânglios vai passar a ser feita, no IPOCFG, por via laparoscópica, evitando os inconvenientes da abordagem de "barriga aberta".
Esta cirurgia, uma nova esperança para as mulheres com cancro do colo do útero que pretendam engravidar, foi iniciada pelo médico Daniel Dargent em França, onde algumas portuguesas a realizaram. Atualmente é executada nos principais centros de referência da ginecologia oncológica e também noutros hospitais em Portugal.
"Estamos disponíveis para analisar casos de qualquer parte do país", adiantou Daniel Pereira da Silva.
A primeira traquelectomia foi realizada no IPO de Coimbra em janeiro de 2008, seguindo-se mais três cirurgias, todas bem sucedidas.
"Há um protocolo de regular vigilância, há a possibilidade de rever toda a nossa atuação", referiu ainda o médico.
Segundo o diretor da Ginecologia do IPOCFG, "tal como no cancro da mama, foram as mulheres que exigiram tratamentos mais conservadores".

 
At 12/2/10 1:34 PM, Blogger IsaLenca said...

Hormona pode prevenir cancro da mama agressivo In Portal Oncologia

Uma hormona, responsável pela produção de leite, bloqueia um gene que faz com que o cancro da mama seja mais agressivo, de acordo com um novo estudo norte-americano, noticia o site HealthDay.

A descoberta pode levar a melhores testes de diagnóstico e de novos tratamentos para o cancro da mama.

Os investigadores descobriram que a hormona prolactina, que normalmente estimula o desenvolvimento mamário e a produção de leite, reduz os níveis de um oncogene chamado BCL6.

Estudos anteriores já tinham mostrado que o BCL6 está associado a um pior prognóstico no cancro da mama. Segundo os investigadores, o papel da prolactina no cancro da mama surge através da inactivação da proteína Stat5.

"Descobrimos que a prolactina bloqueia a expressão do BCL6 e que a Stat5 está envolvida neste processo como um mediador da prolactina", explica o Dr. Hallgeir Rui, professor de biologia do cancro e de oncologia médica na Jefferson Medical College da Thomas Jefferson University.

"Pensamos que a prolactina desempenha um papel importante na prevenção do cancro da mama agressivo e que há uma ligação entre a perda da Stat5 e o aumento do BCL6 que tornam o cancro da mama mais agressivo", acrescentam.

A equipa descobriu ainda que a relação foi consistente em diferentes linhas de células do cancro da mama cultivadas em laboratório, bem como aquelas em ratinhos e em amostras humanas.

O estudo foi publicado no Cancer Research

 

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