super glamorosas

Isto é uma espécie de bar de NY, ultra sofisticado, nós todas a cair de lindas e elegantes! Só para quem gosta muito da Cláudia e, ao mesmo tempo, tem capacidade para brincar com as coisas sérias que estão a acontecer. Para ver quem tem os Manolos + giros, para debater quem usa a cor de verniz mais estonteante, e até, quem sabe, para podermos dizer umas coisas + a sério!

Monday, January 25, 2010

Um livro

Temos muitas crenças e acreditamos em muitas coisas que passaram de boca-em-boca, de geração em geração. Até a internet ajuda na difusão de mitos. Assim, aqui fica uma sugestão de leitura e (re)aprendizagem para podermos, eventualmente, deitar por terra algumas verdades que afinal até são mentira.


"Mitos Relaxe: o 'stress' não é causa de cancro in Diário de Notícias
Livro da médica Nancy Snyderman arrasa sete mitos e analisa 101 verdades que deve saber em nome da sua saúde e bem-estar. Afinal, há meias verdades que se prolongam durante décadas e que, nalguns casos, podem ser fatais
Estar dentro de água quente pode afectar a capacidade de reprodução masculina? Podia ser uma pergunta do consultório sexual de qualquer revista feminina. E o mais provável era o 'especialista' de serviço dizer que isto é um mito. Desengane-se. É verdade. Tudo porque o esperma precisa de frio para se mover e ser saudável. É por isso que os testículos, que o produzem, estão situados fora do corpo. Mito é também relacionar o cancro a situações de stress ou culpá-lo pela meia dúzia de cabelos brancos que tem.
Nancy Snyderman, médica e editora-chefe da área de medicina da NBC News, acredita que há mitos tão perigosos que podem colocar a vida em risco. E reúne em livro os sete mais importantes, a que junta 101 verdades que ajudam a melhorar a sua vida, suportadas por estudos científicos.
O livro "Mitos da Medicina que nos Podem Matar", publicado em Portugal pela Editorial Presença, refere que muitos mitos são transmitidos ao longo de gerações, misturando meias-verdades e ideias de senso comum. É por isso que ir à Internet encontrar explicação para aquela dor na perna pode culminar num ataque de ansiedade. A médica diz que a ignorância, mas também as convicções, podem ser um inimigo no combate à doença. Em baixo ficam os sete mitos mais perigosos.
É o mito número um. A autora diz que há coisas que é preferível não saber, como a história sexual do namorado/a. Mas, se todos fizermos exames regulares e um check-up anual, é possível prevenir ou tratar doenças em fase precoce.
Neste capítulo, a médica desata alguns nós. Alerta que não é boa ideia mentir ao médico, ocultando vícios, por exemplo. Antes, é essencial criar uma boa relação com o médico. Entre as verdades, destaca-se a que refere que "não é preciso beber oito copos de água por dia". A sede "é um regulador eficaz da ingestão de água".
Não procure justificar a úlcera com o stress, porque são as bactérias que a provocam. No caso da gripe, também não vale a pena culpar o mau tempo ou o frio. Não há gripes sem vírus e estes não andam atrás de quem tem o cabelo molhado...
Dos pequenos mitos, passamos para um maior, que coloca adultos e vacinas em patamares diferentes. Nos EUA morrem todos os anos 70 mil adultos com doenças evitáveis por vacinas. As vacinas para adultos, que estão no livro, devem estar em dia.
Os preconceitos não faltam aos médicos, tal como aos doentes. E na hora de tratar, é possível assumirem ou excluírem diagnósticos com base na idade, sexo ou etnia. Um exemplo, é achar que um homem não tem osteoporose. Nancy Snyderman aconselha ainda a procurar o médico certo e a evitar um grupo de factores de risco: álcool, tabaco, obesidade, hipertensão, colesterol, sedentarismo, drogas e sexo desprotegido.
Ora bem: O coração não pára quando espirramos. A pulsação pode aumentar para compensar o fluxo de sangue, mas isso não quer dizer que estejamos a ter um enfarte. Esta ideia é rocambolesca. Mas não é tão grave como pensar que os AVC e enfartes só acontecem a idosos. Quando se tem um enfarte aos 40, é sinal de que a aterosclerose já se desenvolvia há mais de 20 anos. Mas há verdades que nos enchem de optimismo: ter relações sexuais depois do enfarte não é prejudicial, mas tem de se ir com calma...
Os portugueses adoram fumados, mas a verdade é que, se as comermos todos os dias, temos um risco entre 15% a 38% maior de vir a ter cancro do estômago. Já o açúcar não contribui para espalhar o cancro, uma ideia tão falsa como associar o desodorizante ao cancro da mama. O cancro é temido em todo o mundo, mas isso não quer dizer que o aumento da prevenção e do tratamento não garanta hoje a sobrevivência de 50% dos doentes.
Boa notícia: O pão faz bem à saúde, mas os nutrientes devem ser respeitados. Se beber café, saiba que uma a três chávenas diárias ajudam a conservar a memória. Ingredientes naturais, suplementos e outros produtos nem sempre são bons. Diga o que está a tomar ao médico, para evitar interacções. E não acredite em poções do amor: muitas plantas não têm o efeito desejado. O melhor é estar em forma e ter muito sexo.
A felicidade é um estado de saúde e protege-nos de muitas doenças: facto. Mas nem todas as pessoas o atingem. A saúde mental é essencial e nem sempre se recupera só com força de vontade. O apoio médico e tratamentos são essenciais. Se está são, atente a estas notas: pratique boas acções, durma bem e coma chocolate. Afinal, tem compostos que provocam uma euforia semelhante à paixão"

Porque não aproveitar este solinho para estar calmamente numa esplanada, resguardada do frio, bem confortável, a ler este livro? Aqui fica a sugestão.

6 Comments:

At 25/1/10 1:34 PM, Blogger Natália said...

Boa tarde.
Bela sugestão
Obrigado

Beijinhos e uma boa semana

 
At 25/1/10 2:14 PM, Blogger Lina Querubim said...

Boa tarde
tem tantos mitos...uns são reais mas outros...olha no meu caso "dizem os mitos" o cancro não doí.
a mim doía-me quando me deitava, baixava etc...foi isso que tb me alertou.
Beijinhos Isa, SG´s boa semana

 
At 25/1/10 2:43 PM, Anonymous Anonymous said...

Excelente sugestão de leitura!
O meu cranco também doía e não era pouco! Não acredito em mitos. Acho que tudo faz bem se for moderado, o que se pensa fazer bem, faz mal se se exceder. O melhor, é fazer tudo dentro do equilíbrio. O problema é encontrá-lo, mas deve de andar algures ...

Beijos e boa semana.

VandaReis

 
At 25/1/10 4:12 PM, Blogger IsaLenca said...

6500 pessoas já ajudaram menina com leucemia
Carmen, de 4 anos, precisa de um transplante de medula

6500 pessoas já deram sangue para ajudar Carmen, a menina de quatro anos que precisa de um transplante de medula, refere a TVI.
A criança sofre de leucemia mieloblástica aguda e pode curar-se definitivamente se for encontrado um dador compatível.
Este é um grande exemplo de mobilização de pessoas e de solidariedade.

 
At 25/1/10 6:24 PM, Blogger manela goucha soares said...

Duas reflexões sobre este livro:

1. A autora diz que é essencial criar uma boa relação com o médico. A mim, parece-me, que o médico bem pode contribuir para criar uma boa relação com o paciente. Muitos não contribuem, são desatentos, apressados e desvalorizam queixas. Sei do que falo... não é ficção.
2. Muita desta informação só é válida até nova ordem/nova descoberta. As medicinas tradicionais indicam que o stress provoca doenças, inclusive cancro. Será que devemos acreditar mais num médico americano do que num chinês ou indiano?

 
At 26/1/10 1:52 PM, Blogger IsaLenca said...

TESTE GENÉTICO PODERÁ PREVER RESISTÊNCIA DO CANCRO DA MAMA in Tribuna Médica Press
E evitar efeitos secundários desnecessários

Especialistas acreditam que este é mais um caminho a seguir no sentido de se criarem tratamentos oncológicos cada vez mais personalizados.

Um teste genético poderá, um dia, permitir identificar as mulheres com cancro da mama com risco elevado de recorrência após tratamento com antraciclinas, uma classe de fármacos usada como quimioterapia adjuvante, revela um estudo realizado por investigadores do Dana-Farber Cancer Institute, em Boston, EUA. A descoberta, anunciada pela BBC online, poderá poupar estas mulheres dos efeitos secundários do tratamento, que se saberá, então, destinado a falhar. Os cientistas analisaram a actividade de dois genes, que parecem reduzir a eficácia das antraciclinas. Segundo os especialistas, este será mais um caminho a seguir no sentido de se criarem tratamentos oncológicos cada vez mais personalizados. O facto de um medicamento ser altamente eficaz num doente e um fracasso noutro não é, de acordo com os autores, fácil de explicar. Neste caso, acreditam que as propriedades moleculares dos doentes e dos próprios tumores serão a chave para se perceber a eficácia do tratamento.

 

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